Com todo o burburinho causado com as desistências de Fernanda Girão e Netinho, o povo ficou meique estressado querendo saber o motivo dessa galera ter abandonado o barco num projeto (oh!) que mudaria a vida de todos. Pensando nisso, o TrollandoBBB resolveu sugerir ao Boninho & Associados uma espécie de Dream Team do Big Brother Brasil. Gente com sangue nos olhos que fez quase tudo para ganhar o prêmio e que, com certeza, faria um belo programa. Será que elas já não fazem...?
Daniel (BBB11)
Começou o jogo medroso, liderando as fofocas e tricô com o baiano Lucival, sem aliviar, por trás, ninguém. Aos poucos, foi se soltando (principalmente nas festas quando acabava terminando numa dança erótica com o coqueiro). Pegou confiança e foi mandando os inimigos um a um para o paredão. E eis que virou o grande nome do jogo, acabando em terceiro lugar.
Tessália (BBB10)
Musa do Twitter, publicitária e antenada com as novas tecnologias. Mas se deu mal nessa coisa de relacionamento humano. Deu uns pegas no também publicitário Michel e protagonizou cenas quentes sob o edredon. Assim, voltou a fazer sucesso na internet. Chamou Dourado para fazer jogo e encarou a chata Lia durante uma discussão. Não se vendeu, saiu cedo.
Francine (BBB9)
Desajeitada, bem-humorada, bonita e falastrona. Fez muito tipo no início, mas fez bem e acabou ganhando o carinho do público com suas manias e erros de português. Depois, engatou um romance divertido com o futuro campeão Max. E ainda protagonizou um barraco com Maíra, gritando a singela frase: “Olha pra quem é burra, olha!”. Todos olharam. E sorriram litros.
Dr. Marcelo (BBB8)
“Quer falar comigo? Você tem três minutos!” Essas frases davam medo sempre que pronunciadas pelo psiquiatra que deixou todos os participantes com os nervos em frangalhos ao expor os medos, as frustrações, as angústias dos confinados. Grande nome da edição, protagonizou barracos com Thalita, Fernando, Thati Bione e saiu por cima. Grande Doc.
Siri (BBB7)
A caipira chegou enjoadinha, com seu jeito brejeiro e dando uma de pobrezinha, contando a a vida de sacoleira. Logo, envolveu-se em um triângulo amoroso com Diego Alemão e Fani e virou o centro das atenções. Corajosa, foi a única a encarar a turma liderada pelo cowboy Alberto. Após a eliminação, passou uma semana no Gran Hermano, o Big Brother argentino. Humor tipo exportação.
Rafael (BBB6)
Não dizia coisa com coisa, pagou pau para Mariana Felício, disse estar apaixonado por Agostinho, dançava de maneira desconexa, agia de maneira desconexa, era desconexo. Queimou-se no sol propositadamente, contava piadas sem graça, envolveu-se em algumas confusões, teve muitos momentos de humor. Em suma, carregou nas costas o morno BBB6.
Dr. Rogério (BBB5)
O grande vilão da história do programa. Armou, desde o começo, para tirar seus oponentes da disputa, especialmente o futuro campeão, Jean Wyllys. Por pouco, não distribuiu sopapos na casa, mas, articulado, reuniu um séquito de seguidores que cumpriam cegamente suas ordens. Sua vilania foi comparada a Nazaré (Senhora do Destino) e Leôncio (A Escrava Isaura).
Sol (BBB4)
Frentista, a paulista Sol tinha problemas com a Língua Portuguesa. Errava aplicação de verbos, concordâncias e afins. Não era nada humilde e brigava por tudo. Não pedia desculpas e armava barracos. E até sexo com o coveiro Rogério fez. Mas ficou famosa por cantar, a seu modo, o clássico We Are The World que virou Iarnuou. Puta personagem. E vice-versa.
Harry (BBB3)
Carioca marrento e ultratatuado, Harry entrou no meio do jogo, no lugar do fortão Dilson, que pediu para sair, triste com a negativa de Joseane. Logo, colou no pensador Jean Massumi e no trilegal Emílio Zagaya e lutou, de todas as formas, para evitar que Dhomini não ganhasse a edição. Não conseguiu, mas chegou mais perto do prêmio do que muita gente. Falastrão, brigão, tagarela, armou muita confusão.
Tina (BBB2)
Louca, para dizer o mínimo. Encarou briga com os homens da casa, bagunçou a roupa de todo mundo porque seu boné sumiu, bateu panela durante a madrugada, pintou a cara, teve as malas jogadas na piscina, aprontou o diabo. E, infelizmente, foi eliminada na segunda semana, antes que surtasse. Mudou-se para Portugal e escreveu um livro sobre o reality show.
Adriano (BBB1)
Baiano de estilo porreta, que não tinha papas na língua e falava o que queria sem se importar com a opinião alheia, fosse homem ou mulher. Artista plástico, foi eliminado no meio do jogo e deixou saudade no ambiente que vivia uma grande pasmaceira. Acabou virando repórter da Globo durante a Copa do Mundo da Alemanha, em 2002, o ano do penta...
E, aí, é ou não é, como diria o povo old school, uma turma do balaco?











amei. so faltou a vovo nana
ResponderExcluirAhahaha, Cameron, a Vovó Naná foi do mesmo BBB que a Francine. Véia chata da porra! "Ô, Ana, ô, Ana, minha filha, vem cá!"
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