
Não se fala em outra coisa na internet, nas redes sociais, nas mesas de bar: o suposto estupro de Daniel em Monique, que teria ocorrido na manhã de domingo, quando os dois, bêbados, deitaram após a festa de sábado, a primeira desta edição.
Os acusadores dizem que o rapaz aproveitou-se da moça, bêbada, inconsciente e sem pleno conhecimento de sua situação. Tais acusadores dizem que ela passou a mão, seviciou, beijou e até protagonizou uma penetração. Claro, perdem sua expulsão. E, no caso, ainda contam com a ajuda de celebridades como Fernanda Paes Leme, Preta Gil, Deborah Secco, as três assumidas fãs do reality show, além de Barbara Evans (ninfeta capa de Playboy de dezembro) e Lia Khey, ex-BBB 10.
Ao mesmo tempo, especialistas jurídicos e blogs que ganham a vida no cyberespaço analisando o programa afirmam categoricamente que, sim, houve estupro. Afirmam que a nova legislação considera estupro um tipo de abuso sexual mesmo que não necessariamente tenha havido penetração. E pedem providências da Justiça, do Ministério Público, dos advogados da família de Monique e quetais...
É, a coisa anda feia para a TV Globo. Ainda mais depois do programa de domingo à noite, cercado de expectativas, afinal, todos queriam saber como a emissora iria proceder em relação ao caso. Bem, a pegação de três minutos foi reduzida, ao vivo, a uma edição de meros 6 segundos. E, ao final, o apresentador Pedro Bial, pai de uma mulher com a idade de Monique, disse apenas: "O amor é lindo".
Patético, brother. Patético.
O mínimo que a Globo - que apenas perguntou a Monique o que teria ocorrido e se ela se lembrava de alguma coisa - poderia ter feito é mostrar o vídeo para a sister e deixá-la ter suas própria conclusões. A mulher passando o dia em crise, tentando lembrar o que teria feito sob os edredons e até perguntou para Daniel. Ele, candidamente, disse que eles teriam trocado dois beijos e ele teria "passado a mão nela".
É, passou bem as mãos o rapaz...
A questão é que o programa, segundo a emissora, é para toda a família brasileira. Família que se reúne na sala de casa, em frente à TV, para ver cenas como essas. Nada contra a pegação, o namoro, claro. Afinal, os participantes são jovens, atléticos, bonitos, cheios de hormônios e têm menos cama para dormir do que o seu total. Uma estratégia clara da emissora para facilitar a aproximação e eventuais trocas de carinho.
No caso Daniel x Monique, a troca de carinhos foi exagerada. E, pior, unilateral. Algo deve ser feito por algum órgão competente. Se não pela tal moral e bons costumes, pelo menos em defesa dos esclarecimentos.
P.S.: "Democrática", a TV Globo pediu ao site de vídeos YouTube que retirasse a cena polêmica. Este blog, porém, conseguiu uma cópia um pouco romanceada do "evento". Confira.

Nenhum comentário:
Postar um comentário