Olha só a seleção da 12ª edição do Big Brother Brasil... Tem pegador, tem evangélica, tem homossexual, tem bombadão, tem moderninha, tem aspirante a atriz-modelo-capadePlayboy... Tem de tudo um pouco...












E eis que se o mundo não acabar - afinal, estamos em 2012 e, segundo a porra dos maias, qualquer dia, qualquer hora a gente se encontra (com nossos parentes mortos) - daqui a pouco começa a 12ª edição do Big Brother Brasil 12, o reality show mais fodástico do Brasil-sil-sil. Sim, o reality do tio Bonner (ou seria Boninho?) é o que arrecada mais grana dos anunciantes, o que consegue mais audiência dos telespectadores, o que leva mais mulheres às capas da Playboy (thank you, God!) e, ufa!, o que mais faz o povo desistir antes mesmo do programa começar.
Acreditem se quiser.
Sim, o povo da atual edição foi atacado por um tal revertério, uma dor na consciência, uma saudade de ex-namoradas (tu deve mandar bem, hein, Nise?) que acabou dando uma de fracote nas mãos do Coronel Nascimento e pedindo pra sair já durante o confinamento no hotel cinco estrelas (manés!). Aconteceu com o advogado Netinho (uma mistura de Cassio Gabus Mendes com o Crô da novela Fina Estampa) que saiu, pediu pra voltar, levou um toco do Boninho (Bones!) e dançou, neném. Uma pena porque parece que o cara tem um mistério que agora corre o risco de nunca mais ser revelado. Seria ele gay (oh!), um mutante, hermafrodita, candidato a ministro da Dilma, namorado do Michel Teló (nossa, nossa, assim você me mata!)?.
Aconteceu, também, com Fernanda Girão, a loira-turbinada-safadeeeeeeeeenha-rata-de-academia-e-ex-namorada-da-cantora-cover-da-Cássia-Eller-,a-Nise-Palhares. De Girão, aliás, a blondie girl tem tudo, afinal pirou no cabeção ao pedir pra sair solamente porque teria ficado sem telefone celular pra falar com mami, sem remédios para dormir e sem seu personal trainner. Own. Se bem que ela disse que saiu porque não queria manter a fama de lésbica-cachaceira. À boca pequena, porém, rola o papo de que ela teria se negado a prestar favores sexuais para a produção.
Sim, o povo da atual edição foi atacado por um tal revertério, uma dor na consciência, uma saudade de ex-namoradas (tu deve mandar bem, hein, Nise?) que acabou dando uma de fracote nas mãos do Coronel Nascimento e pedindo pra sair já durante o confinamento no hotel cinco estrelas (manés!). Aconteceu com o advogado Netinho (uma mistura de Cassio Gabus Mendes com o Crô da novela Fina Estampa) que saiu, pediu pra voltar, levou um toco do Boninho (Bones!) e dançou, neném. Uma pena porque parece que o cara tem um mistério que agora corre o risco de nunca mais ser revelado. Seria ele gay (oh!), um mutante, hermafrodita, candidato a ministro da Dilma, namorado do Michel Teló (nossa, nossa, assim você me mata!)?.
Aconteceu, também, com Fernanda Girão, a loira-turbinada-
Não duvido. Não duvidem.
Bem, de qualquer forma, vamos começar hoje, aqui no FFF no BBB, a acompanhar esses ratinhos de laboratório na telinha. Sim, somos parciais, torceremos descaradamente para um ou para outro (Jakeline, João Maurício, João Carvalho, Jonas, Kelly, Laisa, Rafa, Yuri, Ronaldo, Renata, Mayara e Fabiana, a garota-propaganda novata última a entrar na bagaça), meteremos o pau nos bonzinhos (se o João Carvalho foi bonzinho até que vai gostar, a Mayara, não!), iremos rezar por barracos, brigas, bebedeiras e cositas sob e sobre o edredon e odiaremos a poesia arnaldoantunesiana do Pedro Bial. Ah, também odiaremos os cartuns des(animados) do Maurício Ricardo, claro!
Vem gente, vai ter bapho!
Bem, de qualquer forma, vamos começar hoje, aqui no FFF no BBB, a acompanhar esses ratinhos de laboratório na telinha. Sim, somos parciais, torceremos descaradamente para um ou para outro (Jakeline, João Maurício, João Carvalho, Jonas, Kelly, Laisa, Rafa, Yuri, Ronaldo, Renata, Mayara e Fabiana, a garota-propaganda novata última a entrar na bagaça), meteremos o pau nos bonzinhos (se o João Carvalho foi bonzinho até que vai gostar, a Mayara, não!), iremos rezar por barracos, brigas, bebedeiras e cositas sob e sobre o edredon e odiaremos a poesia arnaldoantunesiana do Pedro Bial. Ah, também odiaremos os cartuns des(animados) do Maurício Ricardo, claro!
Vem gente, vai ter bapho!
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